domingo, 2 de junho de 2013
SANTO PE ESQUERDO...
Comprado por Oito milhões de Reais, valor alto para um goleiro no Brasil, Vitor devolveu o dinheiro ao Galo com juros, correção monetária, inflação e qualquer correção que sugerirem.
Com um santo pé esquerdo levantado na direção da bola ele chutou com força e empurrou o mau agouro e a torcida contra pra longe.
Com o time jogando mal, sendo pressionado pelos mexicanos, Ronaldinho bem marcado o GALO estava dando adeus a Libertadores por uma daqueles lances inesplicaveis, absurdos, desproporcionais, malditos que o futebol nos reserva sempre. Um penalti aos 46 minutos do segundo tempo...inacreditavel.
Um 2 a 1 naquela circunstancia seria impossível recuperar pois o futebol apresentado era ruim e o juiz não esperaria tempo algum apos a cobrança.
Torcedores aos prantos, incrédulos e perplexos. Galo fora da Libertadores. Sera mesmo ???
O Atacante bate no meio do gol, Vitor cai pra direita....Impossível a defesa....Impossível mesmo??? Não. Todos esquecemos do pé esquerdo...Ele levantou o pé esquerdo e enxugou na hora lagrimas de todos os atleticanos. Galo vivo na Libertadores. Galo e Brasil na Libertadores.
Os Deuses do futebol não permitiram a injustiça de punir o melhor time da competição com uma desclassificaçao improvável e sobrenatural...Ou foram os bons espíritos???
Que Deus proteja esse pé esquerdo. e o direito também.
Obrigado Vitor. Esta defesa sera imortalizada e contada por gerações.
E Galo neles.
PRIMEIRO TÍTULO DE RONALDINHO NO GALO.
Galo Bi-campeao Mineiro 2012/2013. Primeiro título de Ronaldinho no Galo. Serão muitos???
Manter um jogador deste nível não sera tarefa fácil para Kalil. Qualquer esforço que acontecer valera a pena como já se comprovou desde o inicio de sua temporada em BH.
Todas as previsões negativas caíram por terra com um futebol talentoso, pragmático, diferente, empolgante, participativo, contagiante, brilhante. Os comentaristas aproveitadores de polemica espalhados pelo Brasil caíram do cavalo e tiveram que se render, pedir desculpas e elogiar o craque.
O campeonato Brasileiro escapou por um triz, ou por um Fluminense. Mineiro conquistado e Libertadores a todo vapor.
Ronaldinho leva o time nas costas servindo aos colegas gols prontos. Quando ele se ausenta o Galo perde, quando joga mal passamos sufoco.
Nesse campeonato mineiro foi extremamente valorizado pelo Cruzeiro ate a final. Ganharam todas, inclusive do Galo na primeira rodada e se achavam, at´´e que encontraram Ronaldinho de novo jogando pra valer.
Ganhamos o título no primeiro jogo e deixamos o Cruzeiro encurralado,agora pronto para desvalorizar o campeonato que n~~ao conseguiriam ganhar.
Disseram que n~~ao comemoram campeonato Mineiro em praça publica...Que soberba. Pois n´´os do GALO comemoraremos ate campeonato de palito na praça Sete pois o reconhecimento a luta de meses deve ser destacada sempre, com humildade de campeão e sorriso dentuço de craque.
Ano que vem tem mais Cruzeiro. Se preparem, pois com Ronaldinho em campo seu futuro sera negro.
domingo, 16 de setembro de 2012
A Massa – Armando Nogueira
Armando Nogueira, jornalista e escritor faleceu aos 86 anos, no Rio de Janeiro, vítima de
câncer. Armando Nogueira é ícone e enciclopédia do futebol brasileiro.
A ele, autor da
crônica “A Massa”, os cumprimentos da nação atleticana. Abaixo a crônica?
Torcidas, haverá as mais numerosas (Flamengo) ou mais conhecidas por sua
grandeza (Corinthians), mas nenhum séqüito futebolístico brasileiro se compara
a massa do Clube Atlético Mineiro em mística apaixonada, em anedotário heróico,
em poesia acumulada ao longo dos anos. “A Massa”, como é simplesmente conhecida
em Minas Gerais, compartilha com a torcida corintiana (”A Fiel”) a honra de
deixar-se conhecer com um substantivo ou adjetivo comum transformado em nome
próprio, inconfundível. A Fiel, A Massa: poucas outras torcidas terão realizado
tal operação de mutação de um nome comum em nome próprio. No caso do
atleticano, a alma do time não é senão a alma da torcida.
Toda a mística da
camisa, das vitórias sobre times tecnicamente superiores (e também das derrotas
trágicas e traumáticas), emana da épica, das legendárias histórias que nutre
sua apaixonada torcida: nem o Urubu, nem o Porco, nem o Peixe, nem a Raposa,
nem o Leão, nem nenhum animal mascote se confunde com o nome do time, com sua
identidade, com sua alma mesma, como o Galo com o Atlético Mineiro. Nenhum
outro time é conhecido por tantas vitórias improváveis só conquistadas porque a
massa empurrou. ”Quem possui uma torcida como esta, é praticamente impossível
de se derrotado em casa” (Telê Santana). Pelos ídolos de 69 ou 70, o timaço do
Cruzeiro já tetra ou pentacampeão entrava em campo mais uma vez e parecia que
de novo ia humilhar o Atlético. Mesmo naquele clássico durante vacas tão
magras, a massa atleticana era, como sempre foi, maioria no Mineirão.
Impotente, ela viu
Dirceu Lopes abrir o placar e o time do Cruzeiro massacrar o Galo durante 45
minutos. No intervalo, a massa que cantava o hino do Atlético foi inflamada por
um recado de Dadá Maravilha pelo rádio: “Carro não anda sem combustível.” A
fanática multidão encheu-se de brios, fez barulho como nunca, entoou o grito de
guerra, encurralou sonoramente a torcida cruzeirense, e o time do Atlético –
infinitamente inferior, liderado pelo artilheiro Dario e pelo seu grande
goleiro (como é da tradição atleticana) Mazurkiewcz – virou o placar para 2 x 1
sobre o escrete azul, e abriu caminho para a reconquista da hegemonia em Minas,
selada com o título estadual de 70 e o Brasileiro de 71. Nenhum dos jogadores atleticanos
presentes nessa vitória jamais se esqueceu da energia que emanava das
arquibancadas, e que literalmente ganhou o jogo.
Se houver uma
camisa alvinegra pendurada no varal num dia de tempestade, o atleticano torce
contra o vento.” O achado do cronista Roberto Drummond resume a mitologia do
Galo : contra fenômenos naturais, contra todas as possibilidades, contra forças
maiores, a torcida atleticana passa por radical metamorfose e se supera.
Superou-se tantas vezes que já não duvida de nada, e cada superação reforça
ainda mais a mística, como uma bola de neve da paixão futebolística. Nenhum
atleticano hesitaria em apostar na capacidade da Massa de transformar o
impossível em possível a qualquer momento, de fazer parar aquela tempestade que
açoita o pavilhão alvinegro deixado solitário no varal.
Não surpreende,
então, o sucesso que tiveram os jogadores uruguaios que atuaram no Atlético
Mineiro, do grande Mazurkiewcz ao maior lateral-esquerdo da história do clube,
Cincunegui. Se há uma mística de garra e amor à camisa que se compara à
atleticana, é a da celeste, não mineira, mas uruguaia. Só à seleção uruguaia a
pura paixão por um nome e um símbolo levou a tantas vitórias inacreditáveis,
improváveis, espíritas, ou puramente heróicas.
Ao contrário das
torcidas conhecidas por sua origem étnica (Palmeiras Cruzeiro, Vasco), por sua
origem social (Flamengo, Fluminense, Grêmio, São Paulo), ou por seu crescimento
a partir de uma grande fase do time (Santos, Cruzeiro), qualquer menção da
torcida do Atlético Mineiro evoca, invariavelmente, a substância mesma que
constitui o torcer. O amor ao time na vitória e na derrota, o apoio
incondicional, a garra, a crença de que sempre é possível virar um resultado.
* Armando Nogueira
é jornalista. Ele foi pioneiro na televisão brasileira, ao trabalhar, a partir
de 1959, na primeira produtora independente do país, dirigida por Fernando
Barbosa Lima, onde escrevia textos para os locutores Cid Moreira e Heron
Domingues lerem na antiga TV-Rio. Convidado por Walter Clark, foi para a Rede
Globo em 1966.
Nos 25 anos que
passou na Globo foi responsável ainda pela implantação do jornalismo em rede
nacional e pela criação dos noticiosos Jornal Nacional e Globo Repórter.
A partir de 1954, esteve presente na cobertura todas as Copas do Mundo e, desde 1980, de todos os Jogos Olímpicos.
No futebol, é torcedor apaixonado do Botafogo.
A partir de 1954, esteve presente na cobertura todas as Copas do Mundo e, desde 1980, de todos os Jogos Olímpicos.
No futebol, é torcedor apaixonado do Botafogo.
Armando Nogueira dedica-se, há alguns, ao
jornalismo esportivo e participava de um programa pelo canal fechado SPORTV, e
também escrevia uma coluna que era reproduzida em 62 jornais brasileiros. Há
dois anos está afastado de suas atividades profissionais na luta contra um
câncer, recuperando-se em sua casa, no Rio de Janeiro.
sábado, 1 de setembro de 2012
E AÍ BERNARD... VAMOS CRESCER?
Sou fã incondicional deste menino
bailarino da bola. Bernard é a revelação do campeonato e tem um futuro
brilhantíssimo. Que Deus o proteja.
O desenvolvimento deste jogador
tem sido acompanhado de perto pela torcida atleticana e me considero um grande
observador deste crescimento como atleta. Se ele procurar em seus Twitters vai
achar um meu bem antigo dizendo: Você será um dos maiores jogadores do mundo.
No clássico contra o Cruzeiro,
Bernard teve um comportamento totalmente oposto ao que estávamos nos
acostumando e recebeu críticas diversas com razão.
Sua atuação que já não era tão
produtiva para o time naquela jogo, acabou sendo totalmente destruída pelo
lance do Bolo. Isto mesmo: Bolo. Dizem que era um bolo que ele insistiu em
pegar aos pedaços no gramado e foi impedido pelo Leandro Guerreiro com
empurrões. Ao retribuir os empurrões ele se igualou ao adversário na violência
e em seguida foi expulso de campo junto com seu agressor.
Este comportamento prejudicou
demais o Galo. Ele deve e será perdoado,
pois Bernard tem um crédito muito grande
pelo que vem apresentando. Este comportamento deve servir para ele como um aprendizado.
Quando erramos aprendemos mais do que quando acertamos.
Bernard tem que entender que as ações
que o estão transformando em um ídolo internacional são seus dribles, corridas
e Gols. Não será com pressão ao arbitro ou entregando objetos jogados no campo
que esse processo de sucesso e glória irá aumentar.
Concentrando no que ele faz
melhor e se envolvendo menos em polêmicas terá um sucesso incrível. Seguindo os
exemplos de Pelé, Zico e Reinaldo que passaram pelo futebol somente jogando
bola ningém segura esse menino.
Bernard, você tem nosso respeito
e admiração. Continue jogando bola. Só jogando bola.
JORGE GONZAGA
@jjgonzaga
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Lindo Texto de Mauro Beting...
Estive neste jogo no Mineirão.
por Mauro Beting
O melhor lance do Atlético não foi num jogo.
Foi fora dele. Foi numa derrota.
Minto, num empate de um time invicto, o supervice-campeão do
BR-77.
Não foi o melhor jogo ou jogada.
Mas não teve nada mais atleticano que aquilo: depois da derrota
nos pênaltis para o São Paulo, Mineirão e Brasileirão estupefatos pela queda
sem derrota de um senhor time de bola, os jogadores baqueados e barreados pela
chuva e pela lama se abraçaram no gramado e assim foram ao vestiário.
Foi a primeira vez que vi a cena reverente que virou referência.
Ninguém estava fazendo marketing (nem existia a tal palavra).
Nenhum jogador estava jogando pra galera.
Era fato.
Time e torcida estavam juntos naquele abraço doído e doido.
Ninguém estava fazendo marketing (nem existia a tal palavra).
Nenhum jogador estava jogando pra galera.
Era fato.
Time e torcida estavam juntos naquele abraço doído e doido.
Como tantas vezes o atleticano esteve junto com o time. Qualquer
time.
Nada é mais atleticano que aquilo: um time que se comportou como
o torcedor.
Solidário na dor, irmão no gol.
Solidário na dor, irmão no gol.
O atleticano é assim: tem a coragem do galo, mas não a crista.
Luta e vibra com raça e amor. Mas não se acha o dono do terreiro.
Luta e vibra com raça e amor. Mas não se acha o dono do terreiro.
Sabe que precisa brigar contra quase tudo e contra quase todos.
Até contra o vento, na célebre imagem de Roberto Drummond.
Aquela que fala da camisa preta e branca pendurada num varal durante uma tempestade. Para o escritor atleticano, ou, melhor, para o atleticano escritor, o torcedor do Atlético sopraria e torceria contra o vento durante a tormenta.
Aquela que fala da camisa preta e branca pendurada num varal durante uma tempestade. Para o escritor atleticano, ou, melhor, para o atleticano escritor, o torcedor do Atlético sopraria e torceria contra o vento durante a tormenta.
Não é metáfora. É meta de quem muitas vezes fica de fora da
festa. Não porque quer. Mas porque não querem.
Posso falar como jornalista há 17 anos e torcedor não-atleticano
há 41: não há grande equipe no país mais prejudicada pela arbitragem.
Os exemplos são tantos e estão guardados nos olhos e no fígado.
Não por acaso, o atleticano acaba perdendo alguns jogos e
títulos ganhos porque acumulou nas veias as picadas do apito armado.
Algumas vezes, é fato, faltou time. Ou só sobrou raça. Mas não
faltou aquilo que sobra no Mineirão, no Independência, onde o Galo for jogar:
torcida.
Pode não ser a maior, pode não ser a melhor, pode até se perder
e fazer perder por tamanha paixão, cobrando gols do camisa 9 como se todos
fossem Reinaldo, pedindo técnica e armação no meio-campo como se todos fossem
Cerezo, exigindo segurança e elegância da zaga como se todos fossem Luisinho.
Mas não se pode cobrar ninguém por amar incondicionalmente.
O atleticano não exige bola de todo o time. Não cobra inspiração
de cada jogador. Quer apenas ver um atleticano transpirando em cada camisa, em
cada posição, em cada jogada.
Por isso pede para que o time lute.
Por isso pede para que o time lute.
É o mínimo para quem dá o máximo na arquibancada.
A maior vitória atleticana é essa. Mais que o primeiro
Brasileirão, em 1971, mais que o vice mais campeão da história do Brasil, em
1977.
Os tantos títulos e troféus contam. Mas tamanha paixão, essa não
se mede. Essa é desmedida. Essa é a essência atleticana.
Essa é centenária.
Essa é eterna.
http://blogs.lancenet.com.br/maurobeting/
sábado, 11 de agosto de 2012
GALO COM POSTURA DE
CAMPEÃO
Digo sempre que teremos uma decisão por jogo e a partida
contra o Coritiba reafirma isso. Um time bem treinado e obediente taticamente
que sofreu grande pressão do galo no primeiro tempo, mas também teve
possibilidades de fazer seu gol.
O importante e diferente do
que estávamos acostumados é que as bolas que passam pelo sistema defensivo do
Galo (sistema, pois não é só beques e laterais e sim o time todo) tem um
goleiro que resolve e traz confiança nas traves.
Antigamente quando víamos a
bola passando pela defesa em direção ao gol o coração tremia, agora
pensamos: É sua Vitor.
A postura do time do Galo
transmite muita seriedade e competência. Não ficamos assistindo a prévia do
desastre como acontece com times sensíveis e vaidosos que existem por aí.
Muito comprometimento, muita garra, dois a três jogadores
sintonizados nos lances de desarme. Não vemos desistência de nenhum lance.
Jogadores ligados os 90 minutos. Isto é postura de campeão sim.
Já começamos a ouvir
depoimentos de gente importante e com credibilidade no futebol assumindo essa
superioridade do Galo. Luxemburgo assume em entrevista após o jogo contra a
Ponte Preta: “Se eles continuarem assim tem que tirar o chapéu para eles. Se o
Attlético-MG manter o percentual, é impossível chegar nele”
A confiança aumenta a cada
jogo e passamos a dar carta branca ao
Kalil em tudo, inclusive na venda do André.
Algumas noticias aparecem de
confusão de jogadores em Sete Lagoas e isso preocupa, pois pode abalar esse
pacto de campeão que esta bem instalada entre o time e a torcida.
Não deixem que problemas
menores mexam na postura do GALO.
Se passarmos pelo Vasco com
vitória de meio a zero a postura se concretizará de tal forma que se transformará
em perfil. Perfil definitivo. Saiam de baixo que o Galo vai passar em cima de
tudo: Adversários, CBF, Arbitragem e o que mais vier.
Galo
Neles.
JORGE
GONZAGA
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Polémica com a CBF X Kalil
Critiquei muito a inércia ou silêncio da diretoria do GALO e principalmente do nosso Predestinado Presidente Kalil no caso do adiamento do jogo do Galo e remarcação para o segundo turno. Também me pareceu pouco caso o não pronunciamento sobre a denúncia do Kajuru.
Qualquer Atleticano mais experiente tem um verdadeiro terror a uma simples ameaça ou sinal de armação contra o GALO e esse é o meu caso. Quem viveu as décadas de 70 e 80 vendo um super time do Galo com Reinaldo, Cerezzo, Edér e Cia sofrendo o que sofreram de armações , erros de arbitragem e conluios diversos sabe o que eu digo.
Hoje, porém não há espaços para críticas à diretoria do Galo e muito menos ao Kalil. Com um planejamento brilhante, contratações cirúrgicas, time competente, resultados brilhantes e perspectivas avassaladoras o que podemos dizer? Somente Aplausos.
Resolvi, portanto deixar os receios de lado, curtir o momento maravilhoso do Galo e deixar esses assuntos complicados para nosso Presidente e sua diretoria.
A competência demostrada não poderia nunca dar espaços às sombras e tramoias desses seres desprezíveis e sem caráter e suas armações contra nosso GALO.
Resumindo, vamos confiar mais no Sr Kalil que além de dirigente é um torcedor incansável e apaixonado.
Se ele precisar da torcida sabe que pode contar. Se precisarmos fazer passeata na porta da CBF é só pedir.
Pensando bem até acho que o fato de ficar uma semana sem ver o Galo brilhar foi a maior razão de gritarmos tanto. Foi difícil.
Quinta feira e Domingo, independência lotado e Galo brilhando como sempre.
Confiança total no Kalil e seus diretores.
Saiam da frente que o Galo vai passar.
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